Pesquisa Quaest aponta empate técnico nas duas vagas ao Senado pelo Paraná
Levantamento divulgado em 24 de setembro mostra Alexandre Curi numericamente à frente no cenário consolidado, mas diferença entre os primeiros está dentro da margem de erro de 3 pontos

Pesquisa Quaest divulgada em 24 de setembro mostra Alexandre Curi (Republicanos) com a maior intenção de voto no cenário estimulado consolidado para as duas vagas ao Senado pelo Paraná, com 14%. No entanto, a diferença entre Curi e Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL), de três pontos percentuais, é igual à margem de erro do levantamento, o que impede afirmar uma separação estatística segura entre os concorrentes mais bem colocados.
Resultados consolidados e grau de indefinição
No cenário estimulado consolidado, que reúne as menções feitas para a primeira e a segunda vaga e redimensiona os percentuais para totalizar 100%, a pesquisa aponta: Curi 14%, Deltan 11%, Filipe Barros 11%, Gleisi Hoffmann (PT) 10%, Dr. Rosinha (PT) 5% e Cristina Graeml (PSD) 5%. Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO) aparecem com 1% cada; Joaquim do MLB (Unidade Popular) não pontuou. O levantamento registra elevado grau de indefinição: 29% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar e 13% declararam que votarão em branco, anularão ou não votarão.
Primeira e segunda vaga, espontânea e nível de definição
Ao separar por escolha, para a primeira cadeira Alexandre Curi tem 18%, Deltan 16% e Gleisi 16%; nesse recorte há 23% de indecisos e 10% que dizem que votarão em branco, anularão ou não votarão. Para a segunda vaga, Filipe Barros aparece numericamente com 12% e Alexandre Curi com 9%; a indecisão é maior nesse segundo voto, com 35% ainda sem definição e 16% declarando voto em branco ou anulação.
Na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes, Deltan lidera com 6%, seguido por Gleisi e Alexandre Curi com 4% cada; o dado mais destacado da espontânea é que 76% dos entrevistados não citaram nenhum candidato (era 90% em agosto).
O levantamento também perguntou sobre firmeza do voto: 58% dizem que a escolha é definitiva e 42% admitem poder mudar de opinião até a eleição. Entre medidos por afinidade, o levantamento traz percentuais sobre conhecimento e intenção de voto entre quem conhece cada nome, com variações destacadas para Curi, Dallagnol, Barros e Gleisi.
A pesquisa registra, por fim, que a candidatura de Marcelo Marcelino foi indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, decisão que ainda pode ser objeto de recurso.





