O Brasil do grito e do ódio está formando gerações intolerantes e agressivas


 Os plenários das câmaras municipais, assembleias legislativas e até do Congresso Nacional vêm se transformando, nos últimos 10 anos, em arenas de guerra, com agressões físicas, ataques virtuais e espetáculos vergonhosos filmados e transmitidos pelas redes sociais dos próprios parlamentares para gerar curtidas, visualizações, seguidores e engajamento. Uma vergonha!


Muitos parlamentares deixaram de apresentar propostas, defender projetos e discutir soluções para os problemas da população. Preferem apostar na radicalização, na lacração e nos conflitos permanentes para conquistar espaço político e alimentar a polarização.


O problema é que, sem perceber, estamos normalizando o ódio, a intolerância e a agressividade diante das novas gerações. Crianças e adolescentes crescem assistindo a esse comportamento vindo justamente de pessoas que deveriam dar exemplo de equilíbrio, respeito e responsabilidade pública.


Depois, a sociedade se pergunta por que cresce a violência, a intolerância e a incapacidade de diálogo. A resposta pode estar justamente no exemplo que estamos dando todos os dias.


Tenho projetos sólidos, realizáveis e concretos como pré-candidato a deputado federal. Siga as minhas redes: @carlosmoraestv. Carlos Moraes

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