A família de Eulália Farias Pinheiro, de 70 anos, moradora de Maringá, entrou com novos pedidos na Justiça após o corpo localizado na região do Porto Tigre, em Nova Londrina, no noroeste do Paraná, apresentar indícios de que possa ser da idosa desaparecida há aproximadamente um mês.
As atualizações sobre o caso foram divulgadas inicialmente pela RIC Record Maringá e posteriormente confirmadas pelo GMC Online junto à defesa da família e às equipes envolvidas na investigação. Segundo a advogada da família, Josiane Monteiro Bichet, os exames iniciais realizados para identificar oficialmente a vítima não foram conclusivos. A identificação pelas impressões digitais não foi possível devido ao avançado estado de decomposição do corpo, e a análise da arcada dentária também não apresentou elementos suficientes para a confirmação da identidade.
Diante disso, familiares realizaram a coleta de material genético no Instituto Médico-Legal (IML) de Paranavaí para a realização do exame de DNA, que deverá confirmar oficialmente se o corpo encontrado pertence a Eulália.
Enquanto aguarda o resultado da perícia genética, a defesa da família decidiu solicitar judicialmente a liberação do corpo para que os familiares possam realizar as últimas despedidas antes mesmo da conclusão do exame.
Além disso, a advogada protocolou um requerimento solicitando novas buscas na região onde o corpo foi localizado, incluindo a utilização de equipamentos como sonar para varredura subaquática na tentativa de localizar objetos pessoais que possam contribuir com as investigações, como bolsa, telefone celular ou outros pertences da idosa. GMConline

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