Justiça condena dupla de São Paulo pelo furto de módulos do transporte coletivo de Maringá


 A Segunda Vara Criminal de Maringá proferiu a condenação de dois homens, de 26 e 30 anos, responsáveis pelo furto de 11 módulos eletrônicos de ônibus da empresa de transporte coletivo do município. O crime, que prejudicou a operação da frota local, foi registrado na madrugada entre os dias 18 e 19 de fevereiro de 2025. Os réus, ambos residentes no estado de São Paulo, foram condenados a cumprir as penas em regime inicialmente fechado. As condenações foram fixadas em 4 anos e 11 meses para um dos envolvidos, e 4 anos e 3 meses para o outro.


A sentença foi estruturada com base nas provas reunidas durante o inquérito policial conduzido pela Seção de Furtos da 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá, que culminou na denúncia formalizada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). O trâmite judicial respeitou o devido processo legal, garantindo aos acusados o contraditório e a ampla defesa.


Para confirmar a autoria e a materialidade do crime, o processo reuniu um conjunto robusto de provas técnicas. Entre as diligências que fundamentaram a decisão, destacam-se o rastreamento telefônico, que apontou a posição geográfica dos criminosos em Maringá na data do furto, e exames de confronto facial. Imagens de um dos suspeitos foram analisadas e confirmadas pelo Instituto de Identificação do Paraná.


A investigação também rastreou o veículo utilizado pelos assaltantes, comprovando que o automóvel estava na cidade no momento da ação criminosa. Durante o processo, um dos envolvidos chegou a confessar a participação, alegando ser o dono do carro e o motorista responsável pela fuga, embora tenha declarado que não entrou nos coletivos para retirar as peças.


Na decisão proferida pela magistrada, ficou estabelecido que ambos os réus terão suas prisões preventivas mantidas, sendo-lhes negado o direito de recorrer da sentença em liberdade. A medida foi justificada pela reincidência dos condenados em crimes contra o patrimônio, incluindo um registro criminal por furto idêntico de módulos na cidade de Garuva, em Santa Catarina. A dupla segue presa em uma unidade penitenciária de Suzano, em São Paulo, região onde foram localizados e capturados durante o cumprimento dos mandados judiciais. Hoje Maringá

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