Paranhos precisa explicar: por que liberou R$ 885 mil do IPMC para investimentos em fundos ligados ao Banco Master? Os vereadores, o atual chefe do executivo, o MP e os demais órgãos fiscalizadores também precisam dar respostas claras, transparentes e com urgência sobre esse dinheiro da previdência dos servidores municipais que não se encontra nos cofres do IPMC.
A liquidação do Banco Master pelo Banco Central expôs um prejuízo direto de R$ 885 mil ao Instituto de Previdência do Município de Cascavel (IPMC), resultado de investimentos autorizados na gestão de Leonaldo Paranhos. Parte desses recursos foi aplicada em fundos de alto risco ligados ao próprio ecossistema do banco, incluindo o setor funerário, evidenciando forte volatilidade e falta de segurança para o dinheiro dos servidores.
O caso levanta suspeitas sobre os critérios adotados na gestão previdenciária e reforça a ligação entre o Banco Master e decisões de investimento do IPMC na administração Paranhos. Diante do rombo anunciado, cresce a cobrança por explicações dos responsáveis e por uma atuação mais firme da Câmara de Vereadores, que até agora permanece inerte, apesar de seu dever legal de fiscalizar e dar uma resposta aos servidores de carreira do município.
A situação pode configurar improbidade administrativa e gestão temerária, exigindo investigação urgente dos órgãos de controle para apurar responsabilidades e proteger o patrimônio dos servidores municipais de Cascavel. Esses R$ 885 mil reais da sagrada previdência do regime próprio voltarão aos cofres do IPMC com juros e correção monetária? Carlos Moraes

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