Casos de dengue em Maringá caem 80% em 2025 ante 2024 e índice de infestação este ano é de 1,8%


 Em prestação de contas sobre os índices de infestação do Aedes aegypt e dos casos confirmados de dengue na manhã desta quarta-feira, 4, o secretário municipal de Saúde de Maringá, Antônio Carlos Nardi, informou que de janeiro de 2024 a janeiro de 2025 houve uma redução de 80,36% nos casos de dengue em Maringá: de 22,5 mil caiu para 4.420.


Também foi anunciada o uso de uma nova tecnologia para combater a proliferação do mosquito transmissor, que “é minúsculo, mas mata”, comentou. Trata-se de armadilhas, chamadas de disseminadoras de larvicida, que atraem as fêmeas do Aedes aegypt e estimulam a desova. As Estações Disseminadoras de Larvicidas já começam a ser instaladas nas escolas.


Índice de infestação predial

Sobre o levantamento das infestações do Aedes aegypt em Maringá, concluído da última sexta-feira, 30 de janeiro, Nardi disse que o índice geral foi de 1,8%. “Isso significa que a cada 100 vistorias, em praticamente duas casas foram encontrados focos de proliferação do mosquito”, reformou.


Observou que o índice aceitável nacionalmente é de 1% e que uma boa parte da cidade ficou dentro deste parâmetro. Informou que 50,6% dos criadores localizados pelos agentes epidemiológicos e de saúde, foram em depósitos móveis e fixos, como pratinhos de plantas e depósitos de geladeiras.


A prestação de contas foi feita no Auditório Hélio Moreira, da qual participaram os agentes epidemiológicos e de saúde, representantes das instituições que participam do Comitê Municipal de Mobilização Contra a Dengue, composto por 48 instituições, e imprensa.


Nardi agradeceu o trabalho de todos os envolvidos e reforçou a necessidade de intensificar ainda mais as estratégias e as tecnologias de combate ao mosquito transmissor da dengue. Os principais focos de criação dos mosquitos ficam em depósitos móveis e fixos (50,6%) e o segundo em depósitos passíveis de remoção (24%). GMConline

Comente

Postagem Anterior Próxima Postagem