A população é quem paga a maior parcela da conta dos reajustes anunciados nos preços de combustíveis e também do gás de cozinha.
Fazer comida a gás já está sendo considerado luxo entre consumidores. E a alternativa cogitada para economizar está sendo até migrar para o fogão a lenha.
O desafio é que muitas vezes esses fogões são improvisados, o que pode ser perigoso.
Intoxicação pela fumaça e queimaduras são os principais riscos. O tenente Alex Boni, do Corpo de Bombeiros de Maringá, alerta para a ventilação do ambiente e cautela na utilização da brasa para cozinhar.
“O Corpo de Bombeiros orienta as famílias que fazem a substituição do gás de cozinha pela lenha ou até mesmo pelo carvão vegetal como alguns estão utilizando, é a cautela para que os locais em que essa queima ocorra seja ventilado.
Hoje dificilmente nós encontramos domicílios que tenham fogões compatíveis com esses tipos de combustíveis, diferente do que era lá no passado, a vida mais rural, então não é uma simples substituição de combustível.
É importante essa cautela do ponto de vista da segurança, porque esses dois combustíveis, lenha e carvão, geram muita fumaça. Então é importante que aquele local onde haverá a queima seja adequado para esse tipo de material, tenha ventilação”, explica.
Em Maringá, a estimativa do Sinegás é que o preço do botijão do gás de cozinha possa chegar a R$ 133.
GMConline
Postar um comentário