Nessa segunda-feira, 17, os acadêmicos do 2º ao 5º ano dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Maringá retomam as aulas presenciais.
Apesar do aumento de casos de coronavírus e de gripe e do pedido de adiamento do ensino presencial feito pela Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem), a decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) está mantida. A decisão foi tomada em novembro de 2021, quando o cenário epidemiológico era bem diferente.
A UEM se preparou para o retorno das aulas presenciais. Um protocolo de biossegurança, disponível para alunos, professores e funcionários, estabelece as condutas sanitárias.
E para garantir a higienização das salas de aula e demais ambientes nos sete câmpus da UEM, foram contratados mais funcionários.
Além dos 68 zeladores, do quadro efetivo de servidores da UEM, foram contratados mais 50 funcionários, por meio de contratos com empresas terceirizadas, explica a prefeita em exercício do câmpus, Tânia Nunes Galvão Verri.
“A higienização das salas de aula está garantida, As salas de aula, os laboratórios, os sanitários, são limpos três vezes ao dia – às 6h, às 11h e às 15h – , assegurando um ambiente mais adequado para este retorno seguro”, garante.
O contrato com as empresas tem validade de dois anos. “Neste momento, nós conseguimos ter os funcionários por dois anos, mas foi uma negociação muito responsável com o Governo do Paraná, passível de ser estendida por outros períodos”, explica.
A Prefeitura do Campus não decide sobre retorno ou não às aulas presenciais. Medida que cabe exclusivamente ao CEP. Mas a prefeita compara o número de casos confirmados em novembro com o boletim epidemiológico dos últimos dias. Na sexta-feira, 14, foram confirmados 848 casos de coronavírus em Maringá.
“Em 2021, quando se decidiu, por meio da resolução 032 do CEP, o retorno às aulas, a cidade de Maringá contava com 20, 30 casos de contaminação de covid por dia.
Todos nós estamos assistindo um aumento brutal, inclusive com a variante ômicron, desse coronavírus nos últimos dias. A universidade tem comissões, comitês, muitíssimo responsáveis monitorando todo e qualquer problema que venha a acontecer.
Nós fomos pegos com esse volume de contaminantes de surpresa. Temos uma comissão de retorno à aula para avaliar se isso se mantém ou não”, afirma Tânia.
O retorno às aulas presenciais dos calouros da UEM está programado para o dia 31 deste mês. GMConline
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