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Maringá
16/02/2017

Meio Ambiente e Serviços Públicos discutem a organização das cooperativas


O secretário de Serviços Públicos, Vagner de Oliveira, e o secretário de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Jaime Dallagnol, se reuniram com representantes das sete cooperativas do município para discutir a organização e a parceria com a administração municipal. Dallagnol destacou que as cooperativas devem estar todas regularizadas para receber recursos municipais e não ter problemas com a justiça, e que a administração firmará contrato de acordo com a realidade de cada cooperativa. “Temos profissionais para ajudar na organização de toda documentação necessária”, disse. Ressaltou ainda que as cooperativas devem estar regularizadas para receber recursos de programas federais. “São programas para aquisição de maquinário, caminhões e outros recursos importantes para os cooperados”, disse, lembrando que a secretaria tem a intenção de reunir todas as cooperativas em um local apenas, economizando recursos e otimizando trabalho. “Economizamos com aluguel, combustível de caminhões e maquinário”, acrescentou. O secretário de Serviços Públicos, Vagner de Oliveira, destacou que a administração está organizando a coleta seletiva no município, e incentivando a população a separar o lixo e com isso, aumentar o faturamento das cooperativas. “Vamos fazer campanhas para a comunidade participar da reciclagem. Além de abastecer todas cooperativas com bastante material, nosso desejo é que novos grupos de cooperativismo surjam”, lembrou. Oliveira ainda destacou que o programa “Bota Fora”, mutirão para a coleta de geladeiras, embalagens de vidro, plástico e papel, que ajudará as cooperativas, passará em todo o município e final de semana. “O programa evita o descarte de recicláveis nos canteiros centrais, terrenos baldios e outros locais, como também embalagens que servem de criadouro para o mosquito da dengue. O “Bota Fora” evita vários deslocamentos e organiza a coleta de forma inteligente”, explicou. A cooperada Sheila Alves, da Coopernorte, afirmou que nos últimos anos a população ficou desacreditada com a coleta seletiva. “O caminhão da coleta passava um dia no bairro e demorava mais de 20 dias a voltar.. A comunidade colocava um eletrodoméstico na calçada e tinha que guardar novamente em casa. Isso frustrava muito a população”, disse. A diretora de Apoio a Cooperativas de Reciclagem da Secretaria de Meio Ambiente, Vera Tasca, explicou que divulgará a coleta seletiva em todas as paróquias e outras igrejas e que é necessária a coleta constante da Prefeitura para fidelizar a comunidade. “O cidadão pode não participar da coleta no primeiro dia, mas observando vizinhos e sabendo que um veículo passa semanalmente no seu bairro poderá fazer diferente”, afirmou.


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