Últimas Notícias
Agricultura
Brasil
Brasileirão
Colunistas
Copa Do Mundo
Cultura E Lazer
Economia
Eleições
Esportes
Expediente
Geral
Internacional
Maringá
Noite / Festas
Notícia Regional
Pan Rio2007
Paraná
Paranaense
Pequim 2008
Política
Saúde E Ciência
Tecnologia
Loterias
Página Principal
.:: P U B L I C I D A D E ::.
 
 
 
 
 
 
 
Copa Do Mundo
11/11/2011

Fifa investe R$ 2,1 bilhões para organizar a Copa de 2014


O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, afirmou nesta sexta-feira (11), em sua coluna publicada no site Fifa.com, que a entidade está investindo mais de US$ 1,2 bilhão, ou R$ 2,1 bilhões, para a organização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Valcke mostrou confiança de que os impasses sobre a Lei Geral da Copa foram finalmente resolvidos, acreditando que a legislação, considerada fundamental para a realização do Mundial de 2014, será aprovada pelo Congresso Nacional nos moldes desejados. "Não há dinheiro público sendo usado para organizar a parte competitiva do evento", afirmou Valcke em sua coluna. "Todo o investimento do governo federal e das autoridades locais é em infraestrutura geral e permanecerá no Brasil, beneficiando o povo brasileiro". Em relação à aprovação da lei, secretário-geral diz que tudo foi acertado em sua recente viagem ao Brasil, no começo desta semana, quando chegou a participar de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para explicar as demandas da entidade. Valcke disse ainda que a crise com o governo brasileiro que vinha desencadeando em uma série de desentendimentos foi encerrada. "A recente conversa que tive com a presidente Dilma Rousseff, o novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o deputado Vicente Cândido (relator da Lei Geral da Copa me deixou convencido de que chegamos a um entendimento comum sobre aquilo que é necessário para fazer da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014 um sucesso absoluto", escreveu o dirigente. As discordâncias entre a Fifa e o governo brasileiro iam desde a venda de ingressos de meia-entrada, que a entidade refutava em aceitar, até o comércio de bebidas alcoólicas nos estádios, que é proibido em muitas partes do Brasil. Durante a visita ao país, Valcke ainda cobrou agilidade nas obras de mobilidade urbana, chegando a criticar diretamente o trânsito da cidade de São Paulo. Em sua coluna, o secretário-geral voltou a garantir que as exigências feitas ao Brasil são iguais às de outras edições da Copa do Mundo. "Volto a dizer que os requisitos gerais que a Fifa solicitou ao Brasil, antes de sua nomeação como sede, são os mesmos dos Mundiais anteriores. Não estamos solicitando nada além do que pedimos para a Alemanha ou a África do Sul, nem o que faremos para a Rússia e o Catar. Os requisitos tampouco vão além do que o governo brasileiro concordou em atender quando recebeu o direito de organizar o torneio em 2007", defendeu Valcke. AE


  ÚLTIMAS NOTÍCIAS