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Paranaense
04/11/2011

Arbitral do Paranaense acontece com indefinição da tabela


O arbitral do Campeonato Paranaense de 2012 ,realizado na sede da Federação Paranaense de Futebol na tarde desta sexta-feira (4), mostrou que a tabela do torneio ainda está indefinida. O imbróglio envolvendo Rio Branco e Paraná e a indefinição da participação do Coritiba na Libertadores, já que ainda há chances matemáticas no Brasileirão, fez com que sequer um esboço da tabela viesse à luz. O caso do Coritiba é o mais simples. Com o Alviverde no torneio continental, o Paranaense começaria 18 de janeiro, pois uma data de meio de semana seria perdida. Sem ele, o pontapé inicial será no dia 22 de janeiro. As possíveis finais também seriam afetadas, sendo nos dias 29 de abril e 6 de maio com o Coxa na Libertadores e 6 de maio e 13 de maio com o Coxa terminando o Brasileirão deste ano fora do G4. Mais complicada é a situação do Rio Branco, que foi derrotado no TJD pela escalação irregular de um jogador no último Estadual e pleiteia vaga na disputa de 2012 no STJD. O Leão da Estradinha foi convidado para o arbitral, mas ficou somente na plateia. Já o Paraná, rebaixado dentro de campo, usou do direito de sentar-se à mesa entre os doze clubes que participarão do Estadual 2012. A pendenga promete não acabar tão cedo, com o clube do litoral ameaçando ir à Justiça comum para garantir o lugar. “Se não tiver decisão até dia 17 de novembro (fim do prazo definido pelo Estatuto do Torcedor para a divulgação da tabela), colocaremos os dois na posição da tabela e passará a ter um deles nela quando sair a decisão. Será decidido neste ano. Não passará disso”, afirmou o vice-presidente da FPF, Amílton Stival à Rádio 98 FM. O imbróglio todo começou com a escalação do atacante Adriano pelo Rio Branco no campeonato deste ano. O atleta estava com o nome errado no registro, de outro jogador quase homônimo, o que poderia render a perda de 18 pontos e o consequente rebaixamento. O clube alegou que o erro foi também das federações, Paulista e Paranaense, que liberaram a transferência do registro errado. Depois de duas vitórias no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), o caso foi para o STJD, mas voltou à corte estadual, pois o Paraná, que havia caído em campo, reclamou ser terceira parte interessada cerceada no julgamento e foi atendido. No segundo round no Pleno do TJD, o Paraná ficou com a vaga. “Acredito que venceremos no STJD, pois temos uma tese muito forte. Não arredaremos o pé, pois é muita injustiça. Caso não tenhamos sucesso, o nosso caminho é a Justiça comum, até que tenhamos nossa vaga. Usaremos todos os instrumentos”, disse o presidente do Rio Branco, Nivaldo Domanski dos Santos. O presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Cury, explicou o porquê de apenas o Paraná e não os dois clubes estarem na mesa entre os participantes. “Depois do último julgamento, o Paraná passou a ser o participante. No momento, está entre os doze”, afirmou. Gazeta do Povo


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