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Saúde E Ciência
14/11/2008

Príncipe Charles chega aos 60 como ativista na questão climática


O príncipe Charles, que completa 60 anos nesta sexta-feira (14), já foi muito mal-visto por seus súditos. À época do divórcio de sua primeira mulher, a princesa Diana, sua popularidade estava no chão. Mas de lá para cá o herdeiro da coroa recuperou seu status de liderança entre os britânicos, sobretudo por seu ativismo na área ambiental.

Entre os membros da família real, ele foi praticamente o precursor da defesa do movimento ambientalista. Seu interesse, inicialmente, surgiu com os temores gerados pelos agrotóxicos. Nos anos 1980, Charles fez grande esforço para promover a agricultura orgânica, dita mais sustentável e benéfica ao ambiente (embora novos estudos coloquem dúvidas nisso). 

O príncipe chegou mesmo a promover, por si mesmo, o cultivo de alimentos orgânicos, gerando uma linha de produtos. Mas o que realmente elevou seu status a um nível superior foi o esforço no ataque à mudança climática.

Com um tema palpitante e urgente, as opiniões de Charles passaram a ser mais apreciadas. E as ações do príncipe não se resumem a dar pitaco. Além de promover a conscientização sobre o aquecimento global, Charles recentemente criou um fundo -- dos muitos que ele gerencia, voltados às mais diferentes atividades -- para proteger as florestas tropicais.

Mas nem tudo são flores. Em outros campos da ciência, o príncipe não parece tão afinado com o consenso da comunidade científica. Sua defesa veemente de medicina alternativa, por exemplo, encontrou muitos críticos na classe médica, que temem que as opiniões de Charles afetem negativamente a população.

Também houve quem o criticasse por não seguir as próprias regras de sustentabilidade que seriam necessárias para conter o aquecimento global. As muitas viagens de avião do príncipe são vistas por alguns como um exemplo perfeito de como um cidadão não deveria se comportar.

Charles respondeu a esses críticos publicando sua "pegada de carbono", ou seja, descrevendo quanto seu modo de vida emite gases-estufa na atmosfera. Ele diz pretender usar essa informação para reduzir o nível de prejuízo ambiental causado por suas atividades.



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