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Pan Rio2007
29/07/2007

Terminam os Jogos Pan-americanos Rio 2007


O presidente da Organização Desportiva Pan-americana (Odepa), Mario Vazquez Ranã, decretou o fim dos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, com um discurso em que agradecia aos governantes, aos atletas e aos voluntários do Pan e prometeu: "Nos vemos em 2016" - fazendo referência à vontade da cidade em se candidatar aos Jogos Olímpicos deste ano.

Em seguida, os representantes do Brasil entregaram aos do México, onde serão realizados os próximos Jogos - em Guadalajara - a bandeira dos Jogos Pan-americanos.

Houve uma apresentação de grupos folclóricos do México, e por fim, o fogo pan-americano, que ficava na pira, se apagou com a canção "O Vento", de Dorival Caymmi, interpretada por Alice e Danilo Caymmi, respectivamente neta e filho do autor.

Shows

Após o encerramento oficial dos jogos, o Maracanã virou palco para shows de música. Primeiro foi o DJ Mike Relm que “tocou” com scratches uma versão pós-moderna do chorinho “Brasileirinho”.

Em seguida foi a vez da dupla carioca sangue-bom DJ Marlboro e Fernanda Abreu. Os dois fizeram um medley com vários funks entre antigos e recentes.

Após requebrar com as batidas do funk, o público foi brindado com uma dupla latino-americana: o uruguaio Jorge Drexler e o brasileiro Lenine, que cantaram músicas de um e de outro.

E a apoteose final veio com Elza Soares, cantando sambas-enredo, entre eles “Aquarela do Brasil”. Elza, que teve a responsabilidade de abrir os jogos com o Hino Nacional, fechou a festa em duas horas e 13 minutos com uma queima de fogos, maior que a da abertura.

Vaias voltam a aparecer

Durante o discurso do presidente de Raña, as vaias, motivo de polêmica da abertura, voltaram a aparecer. Ao citar o Presidente República (sem falar o nome de Lula), o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito da cidade Cesar Maia, a platéia misturou aplausos e vaias.

Ao começar a discursar, Raña fez uma brincadeira com a platéia ao falar "hoy" ("hoje" em espanhol) e esperar que o público respondesse com "oi" - como aconteceu na cerimônia de abertura.

Antes de Raña, foi vez do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Pan-americano, Carlos Arthur Nuzman, fazer um discurso agradecendo o público, os voluntários e, principalmente, os atletas, que, segundo ele, são os "atores principais" dos Jogos.

Franck Caldeira recebe o ouro

Antes, o maratonista Franck Caldeira havia entrado no palco do Maracanã para receber a medalha de ouro. Mancando, por causa do esforço da prova, ele foi ovacionado pela platéia que gritava “Brasil, Brasil, Brasil” e “É campeão, é campeão”.

Caldeira recebeu seu ouro das mãos do ministro dos Esportes, Orlando Silva, após um clipe com os melhores momentos dos Jogos, em que a atletas de diversos esportes apareciam no telão do estádio. Os brasileiros, naturalmente, foram novamente os mais aplaudidos.

Coral e frevo para atletas

A entrada das 42 delegações que participaram dos Jogos Pan-amercanos Rio 2007 foi celebrada pelo coral de cerca de 500 crianças e adolescentes índios e pela Orquestra Esporte Frevo.

Primeiro a adentrar o gramado transformado em palco do Maracanã foram os porta-bandeiras, como o nadador Thiago Pereira, que representou o Brasil. Após a entrada das bandeiras, os atletas, entre eles os cubanos, que eram dúvida, desfilaram de maneira solta, se misturando entre as delegações, diferentemente do que aconteceu na cerimônia de abertura.

Hino dos Jogos

A cantora Ana Costa foi uma das primeiras atrações da festa de encerramento dos Jogos Pan-americanos. Ela cantou, junto com o autor e também cantor Arnaldo Antunes, o hino dos jogos "Viva esta energia". Acompanhando os dois, cerca de 1.500 ritmistas de samba que desfilavam pelo gramado do Maracanã coberto, transformado em um imenso palco.

A cerimônia começou pontualmente às 18h, após 17 dias de competições. A primeira homenagem, entretanto, não é festiva. Um grupo de bombeiros que participou do resgate do mortos no acidente com o avião do TAM em São Paulo carregou a bandeira brasileira que foi hasteada com o som do Hino Nacional.

Animação

Nas arquibancadas, um grupo bem animado se destacou. Eram voluntários que suaram a camisa durante os 17 dias de Pan. Estudantes, donas de casa e executivos. Todos reunidos com cartazes, faixas e bexigas numa grande festa. O trabalho dos voluntários foi elogiado pela Organização Desportiva Pan-americana (Odepa).

Para a maioria, a comemoração se deu não somente ao sucesso do Pan, mas ao trabalho de equipe de todos os envolvidos no evento. O estudante, Leandro Castilho, de 28 anos, disse que o reconhecimento do público compensou todo o cansaço.“O trabalho foi muito bom, treinamos muito para estar aqui, agora é só curtir”, disse.

A estudante Shirley Caridade, de 20 anos, acrescentou que poder participar da festa como espectador é um privilégio. “A emoção é muito grande. Nunca sonhei que poderia estar presente num evento como esse. Isso eu vou levar para a minha vida inteira", declarou. Sobre a chuva fina, ela disse: "O brasileiro tem sangue quente. Não é uma chuvinha que vai nos desanimar”.

Maracanã em ritmo mexicano

Enquanto um grupo de artistas mexicanos conduzia a festa do palco montado no centro do Maracanã, os brasileiros, nas arquibancadas, aproveitaram e entraram no clima do espetáculo. Empolgados, o empresário Henrique Phenedo, de 45 anos, e a mulher, Maria Cecília Phenedo, de 39, Empolgado, dançavam ao som dos tambores.

“Já é para entrar no clima dos Jogos Pan-americanos de 2011. O México é um país lindo, maravilhoso. O Pan do Rio trouxe mais alegria para a nossa cidade, espero que ele possa fazer o mesmo com Guadalajara”,declarou o empresário.

São Pedro também ajudou para a realização da festa. A chuva tímida que caiu até o início da cerimônia de encerramento deu uma trégua para a felicidades de todos que estavam presentes no Maracanã.

Pan



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